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Controle de Escorpiões
   
 
Espécies mais comuns:
 
Escorpião Amarelo
Escorpião Negro

Aplicação:
Rápida e sem riscos a saúde humana.
Implementos e produtos a serem utilizados:
são seguros e não provocam manchas, alteração arquitetônica ou física no local aplicado, tem o controle e a autorização do ministério da saúde para serem aplicados.

Garantia: Após análise e condições de cada área a ser tratada, podendo chegar até 2 anos.
                  
 

               

 

Controle de Aranhas

Espécies mais comuns:
 
Aranha Marrom
Aranha Armadeira
Aranha Caranguejeira


Aplicação:
Rápida e sem riscos a saúde humana.
Implementos e produtos a serem utilizados:
são seguros e não provocam manchas, alteração arquitetônica ou física no local aplicado, tem o controle e a autorização do ministério da saúde para serem aplicados.

Garantia: Mínima de 6 meses ou conforme as condições de cada área a ser tratada podendo chegar até 2 anos.
                  

 









 

Taxonomia

                                                       

                  

                                          

                     

 

 

 

 



 

34 3321-6546
34 3077-0461

 

 

Escorpião Amarelo

Escorpiões


Escorpião Amarelo

Classificação científica

Reino:

Animalia

Filo:

Arthropoda

Subfilo:

Chelicerata

Classe:

Arachnida

Ordem:

Scorpiones

 

Famílias

Bothriuridae
Buthidae
Caraboctonidae
Chactidae
Chaerilidae
Euscorpiidae
Iuridae
Liochelidae
Microcharmidae
Pseudochactidae
Scorpionidae
Superstitioniidae
Urodacidae
Vaejovidae
Tityus serrulatus

Uma das espécies brasileiras de veneno mais tóxico para o ser humano.
Vive na região sudeste e parte da nordeste (Bahia).
Possui o nome de serrulatus por apresentar um serrilha no quarto segmento da cauda.
De colorido amarelo claro tem o tronco, os dedos e o segmento do telson, escuros.
Atingindo cerca de 7 cm de comprimento reproduzem-se por partenogênese e podem
gerar cerca de até 30 filhotes. .

 

 

 

 

 

 

 

Etimologia e origens

O nome escorpião é derivado do latim scorpio/scorpionis. Existem registros científicos da existência dos escorpiões há mais de 400 milhões de anos. Segundo pesquisas, foram eles os primeiros artrópodes a conquistar o ambiente terrestre. Nesta adaptação, lhes foi muito útil a carapaça de quitina que compõe o seu exoesqueleto e que evita a evaporação excessiva.

Atualmente já estão catalogadas cerca de 1600 espécies e subespécies distribuídas em 116 gêneros diferentes em todo o mundo. No Brasil, e em Portugal, o escorpião é conhecido em algumas regiões como lacrau.

Existem escorpiões em todos os continentes, exceto na Antártida. Encontramos espécies nos Alpes suíços e Europa em geral, no México, Estados Unidos e Canadá, na América do Sul em geral, entre lixo e entulhos das pequenas e grandes cidades, na hiléia brasileira, na Oceania, no norte do Mediterrâneo, no Oriente Médio, na Índia, no norte e sul da África e Ásia. Suas cores variam do amarelo palha ao negro total, passando por tons intermediários, como o amarelo-avermelhado, vermelho-amarronzado, marrom e tons de verde ou mesmo de azul.

São animais carnívoros e têm geralmente hábitos noturnos e crepusculares, quando caçam e se reproduzem. Sua alimentação é baseada em insetos invertebrados tais como cupins, grilos, baratas, moscas e mutucas, e também de outro aracnídeo, a aranha. Uma curiosidade a destacar aqui é o fato de, quando da escassez completa de alimento, os animais desta espécie praticam o canibalismo para sobreviver, ou seja, devoram seus semelhantes. Os escorpiões conseguem comer quantidades imensas de alimento, mas só precisam ingerir 10% da comida de que necessitam, podendo passar até um ano sem comer e consumindo muitíssimo pouca água, quase nada durante sua vida inteira.

 Os predadores naturais do escorpião são as lacraias, louva-deus, macacos, aranhas, sapos, lagartos, seriemas, corujas, gaviões, quatis, galinhas, camundongos, algumas formigas e os próprios escorpiões.

Ciclo Vital

Os escorpiões são animais invertebrados e com exoesqueleto, esqueleto que se situa na parte externa,terrestres que preferem lugares secos ou úmidos e podem ser encontrados em desertos, savanas, cerrados, florestas temperadas e tropicais, em habitats que podeas, de pedras, madeiras, fendas de rocha, debaixo ou dentro de tijolos, sob entulhos de qualquer natureza ou mesmo sob cascas soltas de árvores, no baixo ou em grandes alturas destas. Algumas espécies podem ser encontradas dentro de bromélias, em cupinzeiros, em covas humanas, dormentes de ferrovias, ao longo das praias, na zona entre marés ou em cavernas.

Existem escorpiões em todos os continentes, exceto na Antártida. Encontramos espécies nos Alpes suíços e Europa em geral, no México, Estados Unidos e Canadá, na América do Sul em geral, entre lixo e entulhos das pequenas e grandes cidades, na hiléia brasileira, na Oceania, no norte do Mediterrâneo, no Oriente Médio, na Índia, no norte e sul da África e Ásia. Suas cores variam do amarelo palha ao negro total, passando por tons intermediários, como o amarelo-avermelhado, vermelho-amarronzado, marrom e tons de verde ou mesmo de azul.

São animais carnívoros e têm geralmente hábitos noturnos e crepusculares, quando caçam e se reproduzem. Sua alimentação é baseada em insetos tais como cupins, grilos, baratas, moscas e mutucas, e também de outro aracnídeo, a aranha. Uma curiosidade a destacar aqui é o fato de, quando da escassez completa de alimento, os animais desta espécie praticam o canibalismo para sobreviver, ou seja, devoram seus semelhantes. Os escorpiões conseguem comer quantidades imensas de alimento, mas só precisam ingerir 10% da comida de que necessitam, podendo passar até um ano sem comer e consumindo muitíssimo pouca água, quase nada durante sua vida inteira.

 

Escorpião Negro

 
        Escorpião Negro  
                                                                                                     

Reprodução

A reprodução da grande maioria da espécie é monóica (também chamada partenogênese), ou seja, não exige a presença de machos e fêmeas, mas destaque-se que alguns escorpiões são partenogenéticos, isto é, se reproduzem sem a necessidade da presença do macho. Como em outras espécies, há uma dança nupcial que antecede o acasalamento. O macho limpa o chão com os pentes e deposita aí uma cápsula contendo espermatozóides (espermatóforo). De seguida, arrasta a fêmea para cima dos espermatóforos a fim de que ela receba-os.

Os escorpiões são vivíparos, ou seja, não põem ovos. Podem gerar de 6 a 90 filhotes e a incubação demora de dois meses e meio a três. Os filhotes nascem completamente brancos e por meio de parto, através de uma fenda genital. Eles ficam colados ao dorso materno por cerca de 10 a 14 dias até completar-se a primeira muda (quanto mais jovem o esporpião, mais mudas ele fará) até que consigam obter seu próprio alimento sozinhos. A idade adulta é alcançada com cerca de um ano de vida.

Características físicas

O corpo dos escorpiões é dividido em prosomo (cefalotórax), mesossomo e metassomo.

        Das 1600 espécies de escorpião, apenas 25 causam graves acidentes ao homem

Veneno e toxidade

O ferrão do escorpião (chamado de telson), além de servir para agarrar a presa, se defender, e no acasalamento, inocula na presa um veneno. Este veneno contém uma série de substâncias cuja composição química não está bem definida, porém contém neurotoxinas, histaminas, seratonina, enzimas, inibidores de enzimas, e outras. Parece, segundo os pesquisadores, que as neurotoxinas agem sobre as células nervosas da presa, com uma certa especificidade, dependendo do tipo de animal.

É interessante saber que a toxicidade do veneno de um escorpião pode ser comparada com o tamanho de seus pedipalpos (o equivalente ao braço humano do escorpião); quanto mais robustos os pedipalpos, menos o escorpião utiliza-se do veneno para com suas presas e quanto menores eles forem, mais o veneno do escorpião pode ser letal.

O veneno de escorpiões do tipo Tityus serrulatus, que parece ser o veneno mais tóxico de todos os escorpiões da América do Sul, age sobre o sistema nervoso periférico dos humanos, causando dor, pontadas, aumentando a pulsação cardíaca e diminuindo a temperatura corporal. Estes sintomas, devido ao seu peso corporal, são mais acentuados em crianças, e devido às condições físicas, aos idosos. Todos os escorpiões são venenosos, porém não mortais. Sua ferroada assemelha-se em grau de toxidade ao da ferroada de uma abelha.

O tratamento consiste na aplicação local da ferroada de um anestésico (lidocaina a 2%) e soro antiescorpiônico (obtido de escorpiões vivos). O tratamento deve ser hospitalar, de preferência com a apresentação do escorpião para facilitar o diagnóstico e o tratamento.

Prevenindo Acidentes

Os escorpiões só atacam o homem quando se sentem acuados e em circunstância de defesa. Antes que um acidente com escorpiões ocorra, devem-se tomar algumas medidas básicas a evitar o mesmo. Veja a seguir:

E se houver um acidente?

Se ainda assim um acidente com escorpiões ocorrer, primeiro deve-se evitar o pânico, lavar o local com água e sabão, aplicar compressas de água morna e procurar um médico.

O ser humano, após ser picado, pode ter hipotermia ou hipertermia, sudorese profunda, visão embaçada, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia, arritmias cardíacas, choque, taquipinéia, edema pulmonar agudo, agitação, sonolência, confusões mental e tremores, além de inchaço e vermelhidão no local da picada.

Saliente-se que a toxidade do veneno depende de diversos fatores, tais como a espécie do escorpião (de 1600 espécies catalogadas apenas 25 são venenosas ao homem); a quantidade de peçonha (veneno) injetada; o tamanho e o estado físico da vítima.

Atenção especial para crianças e idosos: enquanto as crianças têm mais chances de envenenamento porque possuem menor massa corporal, os idosos também caem nesta situação já pelo estado natural da velhice. Já foram constatados casos de pessoas alérgicas ao veneno do escorpião, nestes casos o veneno age muito rápido, podendo levar a vítima à morte em pouco tempo.

É recomendável a captura do escorpião para que seja identificado mais rapidamente qual o antídoto a ser aplicado. Se a vítima estiver no Brasil, pode fazer uma ligação gratuita para 0800 780 200, órgão que possui uma equipe especializada para fazer a identificação destes animais e indicar o socorro mais adequado para a situação.

 


Aranhas

 

Aranhas

Classificação científica

Reino:

Animalia

Filo:

Arthropoda

Classe:

Arachnida

Ordem:

Araneae

 

Sub-ordens

Mesothelae
Mygalomorphae
Araneomorphae

As Aranhas são animais artrópodes pertencentes à ordem Araneae da classe dos aracnídeos. A ordem Araneae está dividida em três subordens: a Mygalomorphae (aranhas primitivas), a Araneomorphae (aranhas modernas) e a Mesothelae, a qual contém apenas a Família Liphistiidae, constituída de aranhas asiáticas raramente avistadas.

Existem cerca de 40.000 espécies de aranhas, o que a torna a segunda maior ordem dos Aracnídeos (atrás somente da ordem Acari). As aranhas são um grupo particularmente populoso também. Em um acre de gramado em uma colina não remexida na Inglaterra estimaram-se 2.265.000 indivíduos (BARNES e RUPPERT, 1994).

As aranhas distinguem-se dos insetos pelas seguintes características:

Morfologia e desenvolvimento

 

Aranhas possuem apenas dois segmentos corporais (ao contrário dos insetos, que possuem três): o céfalotórax, ou prosoma, (resultado do tórax fundido com a cabeça) e o abdômen chamado de opistosoma . Ambos são ligados por uma estreita haste chamada de pedúnculo. O corpo das aranhas é revestido por um exoesqueleto, uma estrutura rígida formada principalmente por quitina.

As aranhas possuem oito pernas (enquanto insetos possuem seis) e seus olhos são lentes únicas, em vez de lentes compostas. Elas podem ter 8, 6, 4, 2 ou mesmo nenhum olho, como no caso de algumas aranhas cavernícolas. Na cabeça têm dois pares de apêndices: as quelíceras, em forma de ferrão, formadas por quitina negra com uma ponta muito fina, e os pedipalpo (também chamados de palpos), que são utilizados para manipular alimentos. A boca fica entre os palpos. Há vários tipos de Aranhas, as venenosas e aquelas que "saltam" querendo se proteger.

Ao contrário do que muitos pensam, as aranhas não são insetos. Juntamente com os escorpiões, os carrapatos e os ácaros, as aranhas pertencem à classe dos aracnídeos e ao filo dos artrópodes, que inclui, além dos aracnídeos, a classe dos insetos, dos crustáceos e outras.

Origem da palavra aranha: Foi o vocábulo grego aráchneque deu origem à palavra aranha e ao termo aracnídeo, que designa a classe à qual pertencem esses pequenos animais.

 

Tarântulas

Classificação científica

Reino:

Animalia

Filo:

Arthropoda

Classe:

Arachnida

Ordem:

Araneae

Família:

Theraphosidae

 

Tarântula

A tarântula ou (Caranguejeira) é uma aranha da família Theraphosidae que se caracteriza por ter patas longas e com duas garras na ponta e o corpo revestido de pelos. As tarântulas habitam as regiões temperadas a tropicais das Américas, Ásia, África e Médio Oriente. Enquanto estão crescendo elas têm uma fase de troca de pele chamada ecdise. Apesar do tamanho e aspecto sinistro, as tarântulas não são perigosas para a espécie humana, uma vez que não produzem toxinas nocivas ao Homem. Uma de suas defesas são os pêlos urticantes de suas costas e abdômen, que irritam a pele do possível predador. São por isso e por vezes criadas como animais de estimação.

Características

              Tarântula

Tamanho

Em média atingem de 15cm à 25cm de comprimento com as pernas estendidas. Más existem espécies que podem chegar até 30cm, como é o caso da tarântula Comedora de Pássaros Gigante (Theraphosa blondi) da América do Sul:

Ciclo de vida

As tarântulas têm um ciclo de vida longo e levam entre 2 à 5 anos a atingir a maturidade sexual. Os machos morrem normalmente após o acasalamento 5 à 7 anos. Antes de se tornarem adultas as tarântulas têm que comer todos os dias, a menos antes de sua troca de pele, quando há um jejum de dez dias antes e de sete dias depois. Quando já são adultas podem passar por longos períodos sem comer. Foram registados casos de longevidade em cativeiro até aos 25 anos ( Fêmeas ).

Hábitos

As tarântulas são animais solitários de hábitos noctívagos. Alimentam-se de pequenos animais, que nas espécies maiores, podem ser até pequenos pássaros ou anfíbios. Todas as tarântulas têm comportamento canibalístico.

Toca

A maioria das Tarântulas não se afastam de sua toca, nem mesmo para se alimentar, pois sentem a presença das presas pela vibração do solo. E algumas tecem armadilhas na porta da toca e em volta. O macho normalmente é quem faz as viagens mais longas para ir atráz das fêmeas.

As tocas são normalmente subterrâneas, que são cavadas por suas mandíbulas, ou até mesmo aproveitada de outras aranhas ou roedores. Elas forram toda sua toca com sua teia, formando uma seda, fazendo com que sua toca fique sempre com uma temperatura mais amena. Suas tocas ficam normalmente proximas à raizes de árvores e pedras, e podem chegar até 1 metro de profundidade.

Existem espécies também que são arbóreas, não necessitando irem ao solo durante toda sua vida, fazendo suas tocas, em buracos nas árvores.

Reprodução

O acasalamento das tarântulas são como o da maioria das aranhas. Alguams diferenças são que o macho tem ganchos, que servem para prender as presas da fêmas no ato sexual. O orgão sexual do macho se chama pedipalpo. Normalmente o macho escapa vivo, mas normalmente morre um pouco depois por esgotamento! A Fêmea armazena o esperma vivo, em um orgão especial, até chegar a época de botar os ovos.

As fêmeas depositam entre 170 a 200 ovos num saco de seda que incubam por cerca de 6 semanas. Os ovos são bem grandes, e o saco pode chegar a ficar do tamanho de um limão. Os filhotes já náscem bem grandinhos. Após o nascimento as pequenas tarântulas não recebem cuidados parentais, ficam pouco tempo na toca e logo depois se dispersão.

 

Curiosidades

Aspecto

Pelo seu aspecto, a tarântula ficou famosa popularmente pela literatura e pela televisão, mas como se referiu não são perigosas para o Homem.

Cativeiro

A tarântula tem várias vantagens para ser criada em cativeiro: é necessário alimentá-la apenas uma vez por semana; elas não emitem odores, não fazem sujeira ou barulho, não transmitem doenças e não são agressivas. Mas não se esqueça que a mordida pode ser dolorosa porque suas quelíceras são bem grandes. Não é recomendável criar mais de uma aranha no mesmo local, pois as tarântulas são canibais.

Ecdise

A maioria das espécies de aranhas, não fazem ecdise depois do estágio adulto, mas as tarântulas fazem ao longo de toda vida ( Somente as fêmeas ). Muito útil, pois dessa forma elas conseguem regenerar membros perdidos ou danificados.

Ruído

Algumas podem emitir um som agudo (estridulação) esfregando as patas traseiras.

Prato Fino

As tarântulas, são consideradas um prato fino em países como a Tailândia e algumas tribos do Amazonas.

Preservação

A tarântula tem sua extinção devido principalmente a destruisão do seu hábitat, e a caça para criação como animal de estimação. Em contra partida ela é uma das aranhas mais criadas em cativeiro.


 

Aranha-caranguejo

 

A Aranha-caranguejo (Heteropoda venatoria) é uma aranha da família dos esparassídeos, largamente tropical, de coloração parda e corpo achatado, cuja conformação das patas lhe permite andar de lado. A espécie possui hábitos noturnos é freqüentemente encontrada em cachos de bananas. Também é conhecida pelo nome de aranha-das-casas.

 


Aranha-de-prata

 

A Aranha-de-prata (Argiope argentata) é uma aranha da família dos araneídeos, que apresenta colorações amarela, branca, preta e prateada. A espécie vive em teias geométricas construídas geralmente entre folhas e galhos. Também é conhecida pelo nome de aranha-dos-jardins.

 


Aranha-de-água

 

A Aranha-de-água (Argyroneta aquatica) é uma aranha da família dos agelenídeos, encontrada na região paleártica, privativa dos lagos e de outros locais de água parada. A espécie apresenta carapaça marrom-amarelada com estriações escuras e mede entre 8 mm e 15 mm de comprimento. É a única aranha que vive permanentemente debaixo de água.


 

Aranha-lobo

O termo Aranha-lobo é a designação comum a diversas espécies de aranhas européias da família dos pisaurídeos, que se caracterizam por deambular atrás de presas, perseguindo-as depois.

   

 

 

 


Aranha-pedreiro

O termo Aranha-pedreiro é a designação comum a diversas espécies de aranhas da subordem dos ortógnatos, que constroem longas galerias no solo, com a abertura fechada por uma dobradiça de seda. Também são conhecidas pelo nome de aranhas-de-alçapão.

 

Aranha-pescadora

O termo Aranha-pescadora é a designação comum a diversas espécies de aranhas da família dos pisaurídeos, providas de longas pernas e comuns ao redor de lagos e de outros ambientes lênticos. 


 

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