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Mosquitos

Mosquito


Anopheles gambiae

Classificação científica

Reino:

Animalia

Filo:

Arthropoda

Classe:

Insecta

Ordem:

Diptera

Subordem:

Nematocera

 

Famílias

Dixidae
Chaoboridae
Culicidae
Thaumaleidae
Simuliidae
Ceratopogonidae
Chironomidae
Psychodidae

 

 

                         

Nome popular:
Mosquito
Pernilongo
Muriçoca


Nome científico: Culex quinquefasciatus
Onde vive: Em solos alagados, lagoas e córregos poluídos pelo homem nos centros urbanos.
O que transmite: Tipo de filariose conhecida como elefantíase.
Horário de pico: À noite.
Como prevenir: Colocar telas em portas e janelas, usar repelentes elétricos ou à base de citronela.

Nome popular: Mosquito da malária
Nome científico: Anopheles darlingi
Onde vive: Região amazônica, áreas de garimpo, sertão nordestino e regiões silvestres.
O que transmite: Malária.
Horário de pico: Varia de acordo com a região. A maioria prefere atacar à noite.
Como prevenir: Proteger a cama com telas, usar roupas de mangas compridas e repelentes, principalmente a partir do final da tarde.
Nome popular:Borrachudo

Nome científico:
Simulium pertinax

Onde
vive:
no litoral e em corredeiras nas encostas das serras.Procria-se em água corrente e limpa.
O que transmite:
Tipo de filariose que pode causar cegueira, chamada "cegueira dos rios".
Horário de pico:
De dia, principalmente no fim da tarde.
Como prevenir:
Usar óleos à base de citronela ou repelentesindustrializados.

 

     

 

NOME POPULAR: Mosquito da dengue
Nome científico: Aedes aegypti
onde vive: Na maioria das cidades, já que a espécie se adaptou ao hábitat do homem. Procria-se no ambiente doméstico, normalmente em recipientes como vasos, garrafas e pneus.
O que transmite: Dengue, febre amarela, e outras viroses causadoras de encefalites.
Horário de pico: Durante o dia.
Como prevenir: Não deixar nenhum foco de água parada em casa. Ao esvaziar vasos, limpar bem as paredes com uma esponja, pois é ali que os ovos ficam grudados. O ideal é limpá-los de cinco em cinco dias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Larvas de Mosquito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mosquito e pernilongo são termos gerais para designar


Diversos insetos da subordem Nematocera,
especialmente os da família Culicidae.
As fêmeas são também conhecidas como melgas ou tropeteiros,designações de caráter popular ou regional
Como os outros membros da ordem Diptera,os mosquitos têm um par de asas e um par de halteres,
que são modificações das asas posteriores usadas como órgãos de equilíbrio.Nos chamados mosquitos
 a probóscide (tromba) está adaptada para a sucção de líquidos como néctar, seiva ou sangue.Em geral,
 apresentam dimorfismo sexual acentuado:os machos apresentam antenas plumosas (como pequenas árvores de natal),e as fêmeas apresentam antenas pilosas e são muito mais corpulentas;em quase todas as espécies elas alimentam-se de sangue de vertebrados
 (incluindo o homem) para maturar seus ovários antes de pôr os ovos.
O tamanho varia, mas é raramente maior que 15 mm.
O peso dos mosquitos é apenas de 2 a 2,5 miligramas.
 Eles conseguem voar de 1,5 a 2,5 km/h.
Os mosquitos existem há 170 milhões de anos (Jurássico médio).
Há cerca de 2.700 espécies de mosquitos, organizadas em cerca de 35 géneros.Muitas destas espécies são vetores
na transmissão de doenças para o homem, como por exemplo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mosca-do-berne

As moscas-do-berne, ou moscas-berneiras (Dermatobia hominis),

Morfologia
Anatomia Externa
Os insetos são geralmente pequenos e têm o corpo segmentado e protegido por um esqueleto de quitina. O corpo é dividido em três tagmas: cabeça, tórax e abdômen. Na cabeça encontram-se um par de antenas sensoriais, um par de olhos compostos, dois ou três olhos simples ou ocelos e as peças bucais: um par de mandíbulas, um par de maxilas e a hipofaringe. Outras estruturas que fazem parte do aparelho bucal dos insetos são o lábio, o labro, um par de palpos labiais, um par de palpos maxilares e o clípeo. Essas peças são modificadas em cada grupo para atender aos diferentes hábitos alimentares, formando diversos tipos de aparelho bucal (sugador, mastigador e lambedor).O tórax é dividido em três segmentos: protórax, mesotórax e metatórax cada um com um par de patas e, nos alados (Pterygota), um ou dois pares de asas, um no mesotórax e outro no metatórax.
O abdômen em geral apresenta onze segmentos, mas em muitos esse número é reduzido. Podem ser encontrados apêndices no 11° segmento, estes são chamados cercos. Além disso, é no abdômen que se encontram as estruturas reprodutivas. Nos machos o segmento genital é o 9°, onde há a abertura genital. Nas fêmeas são os segmentos 8° e 9°. Os machos de algumas espécies podem apresentar um par de ganchos no segmento genital que auxilia na cópula como nos percevejos (Hemiptera), outros insetos possuem estilos (par de pequenos prolongamentos) como baratas e louva-a-deus. As fêmeas de muitos insetos possuem ovopositores, apêndices dos segmentos genitais adaptados a postura de ovos. São compostos de três pares de valvas, um no 8° segmento e dois no 9° segmento.
Os insetos têm um sistema digestivo completo, consistindo num tubo que vai da boca ao ânus. O sistema excretor consiste em túbulos de Malpighi para a remoção dos dejetos nitrogenados e no intestino posterior para a osmorregulação: através do intestino posterior, os insetos são capazes de reabsorver água com os iões K+ e Na+ e, por isso, eles normalmente não excretam água com as fezes, permitindo-lhes conservá-la e, assim, sobreviver em ambientes áridos.
A respiração dos insetos é realizada por um sistema de traquéias que transportam o oxigênio dentro do corpo. Estas traquéias têm aberturas na cutícula chamadas espiráculos, por onde são feitas as trocas gasosas. O sistema circulatório dos insetos, como nos restantes artrópodes, é aberto: o coração bombeia a hemolinfa através de artérias para espaços que rodeiam os órgãos; quando o coração se descontrai, a hemolinfa volta para dentro deste órgão.

são insetos dípteros esquizóforos da subordem dos ciclórrafos.


 

Mosca-varejeira

Mosca tsé-tsé


Mosca tsé-tsé

Classificação científica

Reino:

Animalia

Filo:

Arthropoda

Classe:

Insecta

Ordem:

Diptera

Ordem:

Brachycera

Família:

Muscidae

Género:

Glossina

 

A Mosca-varejeira é a designação comum a diversas moscas,
de várias famílias, que depositam os ovos nos tecidos vivos ou
mortos de vertebrados ou substâncias orgânicas em decomposição.
 Seu nome se deve ao fato de seus ovos serem conhecidos pelo termo "vareja",
e suas larvas esbranquiçadas por bicheira.

 


Mosca tsé-tsé

 

Tsé-tsé é o nome em um dialeto da África Equatorial(banto)
de uma mosca (Glossina sp. - Glossina palpalis)
que transmite a doença do sono, causada pelo tripanossoma brucei.
Existem três variedades desta mosca, todas hematófilas.
É encontrada desde o lago Chade e do Senegal, ao oeste,
até o lago Victória, ao leste.

Os problemas causados pelo fato deste inseto
ser o transmissor da doença do sono têm levado as autoridades
da área de saúde a cogitar em programas de extermínio.

Suas características principais são:

Cor: âmbar com abdômen (na parte de trás) listrado
Asas: transparentes
 


Mosca-doméstica
Mosca doméstica (Musca domestica) é um dos insetos mais comuns
e um membro do grupo das moscas (ordem Diptera).
A mosca pode pousar em comida ,contaminando-a de bactérias e tem sido,
 durante os tempos,responsável por inúmeras propagações de doenças.

A sua larva ( asticô ) é muito útil na medicina legal e na pesca.
O estado de desenvolvimento da larva pode ajudar na determinação do tempo
 decorrido desde a morte de uma pessoa.

Uma vez que a larva só se alimenta de carne morta, surgiram experiências,
 em ambiente controlado, para introduzir a larva em feridas,
eliminando a carne putrefacta, evitando a gangrena.

O ciclo de vida de uma mosca varia de 25 a 30 dias.

 

 


Mosca-de-banheiro

Mosca-dos-filtros, ou mosca-de-banheiro
é a designação comum aos insetos dípteros da família dos psicodídeos,
especialmente os do gênero Psychoda, pequenos e pilosos.
Possuem esse nome pois são freqüentemente encontrados em banheiros,
 uma vez que suas larvas criam-se nos ralos e nos encanamentos do esgoto.

Não se tem notícia de alguma doença que esteja vinculada à esse díptero.
 No Brasil, ocorrem quatro espécies, três do genero Psychoda:
 Psychoda alternata, Psychoda cinerea,
Psychoda satchelli
e uma do genero Telmatoscopus:
 Telmatoscopus albipunctatus.
 No caso da sua presença em banheiros,
seus ovos são depositados nas paredes dos ralos,
próximo à superfície da água.

Apesar do nome, as moscas-dos-filtros são na verdade mosquitos


Mosca doméstica

Classificação científica

Reino:

Animalia

Filo:

Arthropoda

Classe:

Insecta

Ordem:

Diptera

Subordem:

Brachycera

Família:

Muscidae

Género:

Musca

Espécie:

M. domestica

Mosca-dos-olhos

A Mosca-dos-olhos é a designação comum a diversas espécies de pequeninas
moscas do gênero Hippelates, da família dos cloropídeos,
que possuem o hábito de lamber o canto dos olhos do homem e de outros animais,
causando, às vezes, ulcerações e infecções.
Também são conhecidas pelos nomes: lambe-olhos, mosca-cachorro, mosquito-remela.
 


Mosca-da-abóbora

A Mosca-da-abóbora (Anastrepha grandis) é uma mosca da família dos tefritídeos, do Brasil oriental e central,
que apresenta coloração amarela e mede de 10 mm a 11 mm de comprimento.
Seu nome se deve ao fato de que suas larvas destroem a polpa de frutos como a da abóbora e do chuchu.
 


 

Mosca-da-azeitona

 

A Mosca-da-azeitona (Dacus oleae) é um inseto díptero, da família dos tefritídeos,
e é causadora de grandes prejuízos à oleicultura européia.
 


Mosca-da-madeira
A Mosca-da-madeira (Rhaphiorhynchus pictus)
 é uma mosca da família dos pantoftalmídeos,
de grandes dimensões e ampla distribuição brasileira.
Possui esse nome pois suas larvas atacam a madeira
 de muitas espécies de árvores silvestres ou cultivadas.
Também são conhecidas pelos nomes: mosca-da-casuarina, moscão, moscardo e tavão.


 

Mosca-da-cenoura
Mosca doméstica; as antenas são cerdas; comprimento menor 32 mm


 

Mosca-das-frutas

O termos Mosca-das-frutas é a designação comum
a diversas espécies de moscas da família dos tefritídeos,
cujas larvas atacam a polpa dos frutos de diversas culturas,
causando a perda do fruto e danos econômicos à muito países.
As moscas-das-frutas podem ser dos gêneros
 Anastrepha, Bactrocera, Rhagoletis, Ceratitis entre outros.
São distribuídas por todo o Mundo e por causa delas
 existem barreiras quarentenárias para a exportação e importação de frutas.
 


Mosca-do-pombo

A Mosca-do-pombo (Pseudolynchia canariensis)
 é uma mosca da família dos hipoboscídeos,
 cosmopolita, de corpo achatado e coloração acastanhada,
 ectoparasita de aves domésticas.
Possuem esse nome pois costumam viver na plumagem dos pombos urbanos.
 Também são chamadas de alma-de-pombo, avissuga.

 


Mosca-de-cavalo

A Mosca-de-cavalo (Neivamyia lutzi) é uma mosca da família dos muscídeos, de distribuição brasileira.
Possui esse nome pois freqüentemente pousa nos bordos das feridas dos cavalos para sugar o sangue.
 


Mosca-de-estábulo

A Mosca-de-estábulo (Stomoxys calcitrans)
é uma mosca da família dos muscídeos,
de distribuição cosmopolita e de notável semelhança com a mosca-doméstica,
embora dela se diferencie pela tromba alongada do aparelho bucal,
uma vez que a utiliza para sugar o sangue de animais,
especialmente de cavalos, causando-lhes feridas nas orelhas e transmitindo doenças.
 Também são conhecidas pelos nomes:
 bernanha, beruanha, bironha, biruanha, buruanha,
meruanha, mosca-do-bagaço, mosca-do-gado, mosca-dos-estábulos,
 murianha, murinhanha e muruanha.

As moscas dos estábulos tem uma distribuição mundial. Elas são conhecidas, algumas vezes, 

como moscas domésticas picadoras ou moscas do cão. A espécie mais comum é a Stomoxys calcitrans. 
As adultas apresentam quatro listas pretas longitudinais em um tórax cinza escuro e tem o mesmo 
tamanho das moscas domésticas (5 a 6 mm), com a qual se assemelha. Elas são, entretanto, 
facilmente separadas de Musca, Fannia e Muscina por uma distinta probóscide  se projetando para a frente. 
A arista do terceiro segmento antenal difere de Musca, Fannia e Muscina por Ter pelos apenas na parte de cima 

 

Por causa de suas picadas dolorosas, causadas pelo macho e fêmea da mosca dos estábulos, 
podem ser importantes pragas para o homem e gado. As moscas adultas não devem ser consideradas como
 transmissoras de doenças ao homem, embora sobre certas condições 
elas possam ser consideradas vetores mecânicos de tripanosomíase humana e animal,
 mas seu papel na dispersão da tripanosomíase é mínima, exceto para T. evansi, 
 o agente causal de Surra, a qual infecta camelos, cavalos e outros mamíferos.
 Pelo fato das moscas dos estábulos raramente visitarem excretas e feridas inflamadas 
elas são menos capazes de espalhar patógenos que as moscas domésticas.

Na América tropical ovos de Dermatobia hominis, uma mosca causadora de miíases,
 são, algumas vêzes, ligadas por moscas dos estábulos.

Muitos dos métodos de controle das moscas domésticas servem para controlar
as moscas dos estábulos, mas, com algumas modificações.
 Por exemplo, não deixar pilhas de adubo, grama cortada ou
matéria vegetal em decomposição, material de forragem.

Em clima quente, as moscas digerem o sangue ingerido dentro de 12 a 24 horas
e se alimenta outra vez 1 a 3 dias depois,nos períodos mais frios
a digestão demora de 3 a 4 dias ou mais e nova alimentação ocorre em 5 a 10 dias.
 As picadas ocorrem de dia, tanto em dias claros como nublado.
A maioria das picadas ocorrem fora de casa
 mas podem entrar nas residências para se alimentarem. Elas são, principalmente,
encontradas dentro e ao redor das fazendas ou onde os cavalos estão mantidos,
 e, consequentemente, são mais comuns nas áreas rurais que urbanas.
Os ovos, branco-leitoso, tem 1 mm de comprimento e se assemelham aos das moscas domésticas.
Eles normalmente são postos em grupos de menos que 20,
mas algumas vezes chegam a colocar de 50 a 100 ovos juntos.
Os ovos são, geralmente, depositados em esterco de cavalo mas
 também em vegetais em decomposição, grama cortada ou feno.
Raramente elas depositam ovos em fezes humana ou de animais,
 a menos que estejam misturada com feno ou palha.
Os ovos eclodem em 1 a 4 dias. A larva resultante é de coloração creme
se assemelhando à das moscas domésticas.
As larvas preferem lugares com alto gráu de umidade para se desenvolver e desta forma
 elas são encontradas principalmenteem mistura molhada de adubo e solo ou palha,
e em matéria vegetal em adiantado estado de deterioração. Sob ótimas condições,
o período larval leva de 6 a 10 dias, mas em períodos frios
 ou quando existe escassez de alimento, pode se prolongar para 4 a 5 semanas ou mais.
 As larvas migram para áreas secas se enterrando no solo para empuparem.
O puparium é marrom escuro e se assemelham à das moscas domésticas.
 O estágio pupal leva de 5 a 26 dias. O ciclo total leva de 12 a 58 dias,
dependendo da temperatura. Nas regiões tropicais as moscas dos estábulos
procriam o ano inteiro, mas em clima temperado elas passam os mêses frios na forma de larva ou pupa.
 Algumas vêzes os adultos sobrevivem o inverno em estábulos quentes ou edifícios,
se alimentando intermitentemente durante os mêses frios.

 


Mosca-do-queijo

A Mosca-do-queijo (Piophila casei) é um inseto díptero da família dos piofilídeos, cosmopolita, cujas larvas saprófagas, vulgarmente conhecidas por saltão.
 Possuem esse nome pois depositam suas larvas sobre certos queijos, sendo que a este fato se costuma atribuir casos de miíase humana.


 

 

 

 


 








 

 

 



 

 

 

34 3321-6546
34 3077-0461

 

 

Anatomia Interna de um inseto
A- Cabeça   B- Tórax   C- Abdômen
1. antena                                        2. ocelo (inferior)
3. ocelo (superior)                          4. olho composto
5. cérebro (gânglios cerebrais)      6. protórax
7. artéria dorsal                             8. tubos traqueais e espiráculos
9. meso-tórax                               10. meta-tórax
11. asa (1ª)                                    12. asa (2ª)
13. intestino médio (mesêntero)   14. coração
15. ovário                                     16. intestino posterior (proctodeo)
17. ânus                                       18. vagina
19. gânglios abdominais              20. túbulos de Malpighi
21. tarsômero                               22. garras tarsais
23. tarso                                       24. tíbia
25. fêmur                                     26. trocanter
27. intestino anterior (estomago) 28. gânglios torácicos
29. coxa                                       30. glândula salivar

31. gânglio sub-esofágico           32. peças bucais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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